domingo, 13 de dezembro de 2009

LONGEVIDADE NO TREINAMENTO DESPORTIVO



Longevidade no Treinamento Físico

Esporte no alto nível faz mal...esportes de longa duração faz mal a saúde...

É comum ouvirmos as frases acima, mas será que é verdade?

Eu como estudioso tanto da área Fisiologia do Exercício como Teorias do Treinamento Desportivo, defendo que o “bicho”não é tão RUIM assim, tanto no alto nível como em esportes de longa duração no que diz respeito a saúde não faz esse mal todo que a mídia, atletas, treinadores costumam dizer. Lógico desde que você siga estritamente o que a teoria do treinamento como os aspectos fisiológicos antes, durante e pós trabalho informam sobre você.

O que ocorre na realidade é que muitos atletas se sacrificam por um calendário, por um patrocinador ou na maioria das vezes pecam em alguma parte importante do trabalho que erroneamente chamam de detalhes.

No alto nível países com cultura e conhecimento desportivo, psicologia, massagens variadas, crio terapia, analise bioquímica entram como sessões normais de treinamento, isso tudo é somado na hora diária de trabalho do atleta.

Através de uma simples análise de lactato é possível permitir ou não que o atleta faça a planilha proposta, correções podem ser feitas no treinamento em segundos, e poupar o atleta de uma futura lesão. Tive a experiência de acompanhar uma grande equipe em que verificou-se o nível de lactato de todo o elenco assim que chegaram pela manhã depois de uma noite de descaso em um dia de treino bastante forte e verificou-se que nem todos tinham recuperado, o que indicou problemas na recuperação deste atleta que posteriormente foi descoberto devido uma noite de farra, situações como essa podem proteger o atleta a equipe, o empresário, até mesmo o prepardor físico de um possível questionamento sobre seu trabalho...

O atleta de alto nível principalmente em esportes individuais não pode dar o luxo de algumas coisas como:

• Reposição hídrica ou alimentar “daqui a pouco quando chegar em casa”;
• Usar equipamento como tênis desgastado ou de baixa qualidade por causa de patrocinador ou não deu tempo de adquirir outro;
• Acreditar que treinar é fazer só o esporte em si e esquecer do: treino teórico, treino mental, treino complementar, treino recuperativo;


Esportes onde não existe choque/contato físico, risco de acidentes onde o atleta só tenha que treinar, competir seja correndo, levantando peso, lançando, rebatendo, nadando pode ser aumentado e muito sua longevidade, pode até não ser mais competitivo devido às perdas fisiológicas naturais do ser humano com o ganho da idade, mas sua saúde física pode ser mantida por anos e anos de vida.

ATË.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

EFEITOS DO TREINAMENTO



Efeitos de Treinamento

Muitas pessoas confundem como acontece o efeito do trabalho realizado no treinamento, essas confusões se dão principalmente pela mídia que solta a informação de maneira que não é bem a certa, já ouvi falarem que tudo acontece no momento da atividade como também ouvi que tudo acontece quando estamos dormindo.

O primeiro passo é saber que não é só a influencia do tempo de execução em uma atividade, mas também o período de descaso pós treino para um efeito satisfatório.

Tipos de efeitos do Treinamento:

EFEITO IMEDIATO: Alterações que ocorrem no organismo do atleta imediatamente, no período da execução do exercício ou na sua conclusão.
Ex: Perda de líquido, queima de glicogênio muscular...

EFEITO POSTERIOR: Alterações no estado do organismo do atleta, no período de tempo até a próxima influência.
Ex: Perda de peso específico, ganho inicial de força, resistência...

EFEITO SUMÁRIO: Resultado da soma dos efeitos de treinamento de varias cargas.
Ex: Hipertrofia, Velocidade, Força, Flexibilidade...

EFEITO ACUMULATIVO (à longo prazo): Resultado da junção dos efeitos de alguns ciclos de influência e se caracteriza pelas consideráveis reestruturações da adaptação à longo prazo dos sistemas funcionais.
Ex: Ultra-resistência, menor tempo para alcançar objetivos fisiológicos pós- pausa ou descanso...

Até.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

ENERGIA

O que é ENERGIA?

Sempre ouvimos atletas, alunos falarem “hoje estou sem energia, à série não foi boa estava sem energia”, mas o que é essa tal de energia?

A palavra energia pode ter vários significados, aqui atribuiremos apenas ao lado fisiológico que é o que nos interessa.
Os cientistas que estudam a fisiologia humana mais precisamente a fisiologia do exercício humano, definem ENERGIA como a capacidade de realizar trabalho, onde trabalho é a capacidade de aplicar uma força através de uma distância.

Formas de Energia:

Química;
Mecânica;
Térmica;
Luminosa;
Elétrica;
Nuclear;

No nosso caso transformamos a ENERGIA química proveniente de nossa alimentação em ENERGIA mecânica, onde esta transformação resulta-se no movimento humano.

Toda energia utilizada pelo mundo biológico provem em última analise do sol. A fonte energética imediata para toda atividade nos seres humanos, provém da desintegração de um único composto químico – adenosina trifosfato, ou ATP. A produção metabólica de ATP pelo músculo e por outras células provem de energia liberada através de desintegração das substancias alimentares e de outros compostos e envolve uma série de reações químicas aeróbias e anaeróbias.

Até.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Os Super Humanos

O video abaixo é muito interessante, talvez alguns leitores podem ter assististido de forma resumida no programa Fantástico, para quem ainda não assistiu segue o link.

Os Super-Humanos
Os Super-Humanos


Até.

domingo, 8 de novembro de 2009

CALOR – EXERCÍCIOS SOB ALTA TEMPERATURA



O verão aproximando e todos sofrendo para treinar nos dias de calor que parece ter chego de supetão, naturalmente os atletas mais experientes mudam sua rotina e buscam os horários do dia onde o clima está mais ameno e isso é uma boa estratégia para quem pode fazer isso.

Nosso corpo ganha calor principalmente através do metabolismo, mas também pode receber calor a partir do meio ambiente.

O ser humano é disposto de um termorregulador que consiste em manter uma temperatura corporal interna praticamente constante em 37º C tanto em repouso como durante a realização de atividade física.

Alguns problemas podem ocorrer ao atleta que fique de forma excessiva exposto ao calor, podendo chegar à morte, esses problemas podem ser reduzidos significativamente por reposição adequada de água e eletrólitos, ter feito treinamento de aclimatização e utilização de vestuário adequado.

Pesquisas mostram que se mesmo no inverno o atleta treinar em situações de calor em ambiente fechado, quando o mesmo for para uma atividade externa sob forte calor a adaptação será mais rápida, uma dica para ciclistas e triatletas é a utilização de aulas de ciclismo indoor em salas sem ar condicionado.

Para quem desejar fazer aclimatização ao calor uma sugestão é diminuir o tempo de treino, iniciando com 20 minutos e aumentando aos poucos durante cinco a oito dias.

Até.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Tamanho é documento no triathlon?


Volta e meia participo de discussões informais onde levantam a questão se a altura do atleta é um fator que pode influenciar o desempenho do atleta de triathlon.

Costumo frisar que isso é um pouco relativo, primeiro é preciso explicar que das Três modalidades que compõe o triathlon é na corrida que pode haver uma vantagem do atleta mais alto, outro fator que deve estar bem claro não é a altura em si que pode definir uma vantagem e sim o comprimento das pernas do atleta, pois existem atletas com a mesma altura, mas com comprimento de pernas diferentes.

A vantagem que um atleta com pernas mais longa pode levar é no gasto energético, já que o atleta com pernas mais longa terá que executar menos passadas que o atleta de perna mais curta para percorrer a mesma distância, então o atleta de perna mais curta terá que aumentar sua freqüência de movimento para vencer ou chegar à frente.

Concluindo, esse fator pode ter influência no altíssimo nível, quando equiparamos atletas no pico da forma física, com níveis de desempenho na natação e ciclismo muito próximo e saindo para correr em condições iguais, de outra forma os resultados nas competições tanto nacional como internacional tem nos demonstrado que nem sempre a vitória é do “perna-longa”.

Até,

Prof. Rafael Somma.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Destino do Ácido Lático


A maioria dos esportes em que exige grande movimentação muscular é comum em algum momento do treinamento que o atleta seja solicitado a executar um trabalho regenerativo. Essa atividade normalmente é utilizada pós-jogo, pós-prova e mesmo pós-treino forte seja ele de tiros para velocidade ou no trabalho de força com pesos.

O trabalho deve ser feito em baixa intensidade objetivando a remoção do ácido lático de forma mais rápida, é sabido que exercício-recuperação é mais rápido que repouso-recuperação na remoção deste “material”.

Para onde vai esse ácido-lático?

Existem quatro possíveis destinos:

· Excreção na Urina e no Suor
· Conversão em Glicose e/ou Glicogênio
· Conversão em Proteína
· Oxidação/Conversão em CO2 e H2O

Não deixe de fazer a recuperação pós-exercício, a finalidade é restaurar os músculos à sua condição pré-exercício, bons treinos!

Até.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Testando o Forerunner 205


Senhores, depois de várias oportunidades apenas admirando em revistas, sites ou ouvindo colegas comentarem sobre esses relógios com GPS resolvi testar um por alguns dias. Confesso que tinha um pouco de preconceito pelo equipamento pelo seu tamanho um pouco acima dos relógios convencionais, não sou tão velho assim, mas venho de uma época que usávamos para correr um relógio fininho sem muitos recursos, muitos atletas tinham um Casio com botões azuis, eu tinha um (ainda tenho guardado) TIMEX 8 LAP específico para triathlon.

O equipamento utilizado foi o FORERUNNER 205 da Garmin cedido pelo colega Maurílio que aproveitou o feriado para ir de Curitiba até Aparecida do Norte de bicicleta. Utilizei o relógio em quatro sessões de treinos, todas as corridas foram contínuas em percurso variado.

Que ferramenta fantástica! Procurei usar apenas o básico do relógio, mas o básico já é mais do que o suficiente, acredito que muitos dos leitores já devem conhecer o equipamento, mas para que não conhece vai uma breve explicação:

O visor do relógio fica divido em quatro e você tem a possibilidade de fazer algumas configurações e escolher o que deseja que apareça, no meu caso estava:

· Cronometro;
· Distancia;
· Caloria;
· Cadencia min/km;

Você tem várias opções, como hora, altitude, umidade, etc.
Outra opção interessante que em todos os km percorrido o relógio apita, tudo fica armazenado e é muito fácil de fazer a leitura das informações após o treino.

O equipamento realmente é muito eficiente e confortável apesar do tamanho e olha que meu pulso é um pouco pequeno.
Para amantes de esportes de longa duração, seja corredores ou triatletas não tem coisa melhor! Queria eu ter um na época dos meus treinos longos, onde cansado de correr dentro de parque marcava o percurso no dia anterior de carro para poder correr de forma precisa, pegando as parciais.

Fica a dica para que quiser saber mais sobre o relógio e suas versões www.garmin.com

Até.

sábado, 10 de outubro de 2009

Dor - Testando os Limites

Olá, mais um feriado prolongado, fim de semana de muitos eventos esportivos pelo mundo com destaque para o Campeonato Mundial de Ironman no Havaí. Quem ganha esse ano? Surgirão recordes?

Disponibilizo através deste blog o acesso a mais um vídeo espetacular sobre a fisiologia humana.

Corpo Humano: Testando os Limites - Sistema Nervoso
Corpo Humano: Testando os Limites - Sistema Nervoso


Até.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Corridas de Rua, Curiosidades




Algumas informações interessantes sobre corridas de rua:

“As corridas de rua como maratonas vêm crescendo mais como um evento participativo do que como esporte competitivo”.

Fonte: Associação Internacional de Maratonas e Corridas de Rua.

Número de participantes:

•Maratona Nova Iorque 2008 = 50 mil inscritos;
•Maratona Londres 2008 = 45 mil inscritos;
•Maratona São Paulo 2008 = 12 mil inscritos;
•Maratona de Curitiba 2008 = 1.347 inscritos;

Efeitos do tênis de corrida:

•Pesquisadores americanos em 1988 mostraram que 100 gramas a mais pode aumentar 1% na captação de O2 durante uma corrida moderada e um calçado específico para corrida pode reduzir o custo em O2 em uma velocidade moderada em cerca de 2,4%, em comparação com um calçado semelhante porém mais duro.

Correr no Vácuo ou atrás de outro corredor:

•Correr um metro atrás do outro corredor com uma velocidade de 6m/s reduz o custo energético total em aproximadamente 7%.
•Uma tiragem de ar como essa velocidade poderia poupar cerca de 1 segundo para cada 400m percorridos.

Até.

sábado, 3 de outubro de 2009

A Eficiência na Preparação do Atleta








Deve-se considerar de grande importância alguns fatores que influenciam diretamente na qualidade de preparação do atleta, abrangendo tantos esportes individuais como coletivos. Comumente são esquecidos por atletas autodidatas ou treinadores inexperiente.

EQUIPAMENTOS ESPECIAIS

Material desportivo e instalações desportivas
Piscina;
Aparelhagem de diagnóstico;
Aparelhos de treino desportivos;

FATORES DA NATUREZA

Influência do Ar e da Água, radiação solar, condições climáticas;

CONDIÇÕES SOCIAIS

· Regime de sono;
· Estudo;
· Trabalho;
· Outras atividades;

ALIMENTAÇÃO DO ATLETA

· Ingestão calórica;
· Hidratação;
· Complementos alimentares;

FATORES DE RECUPERAÇÃO

Massagem;
Preparados Farmacológicos;
Fisioterapia;
Sauna;

INFLUÊNCIAS INFORMATIVAS

Informação verbal e visual do treinador, observações que atuarão diretamente no entendimento do atleta como:

· Espaço: posição do corpo e de suas partes, amplitude do movimento, posicionamento aerodinâmico...
· Tempo: duração do exercício, do descanso, da recuperação;
· Espaço e Tempo: velocidade, aceleração, desaceleração;




Até.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Desenferrujando o Russo.

Olá, retornando ao blog depois de exatamente nove dias!

Minha idéia inicial era fazer duas postagens por semana pelo menos, mas felizmente a semana que passou foi bastante corrida, no fim de semana tive a oportunidade de dar duas conferências no I Encontro de Esportes e Fitness de Curitiba, futebol e corrida foram às modalidades esportivas e os temas: “Treinamento Complementar no Futebol – Musculação, Core e Flexibilidade”, “Periodização e Montagem de Planilhas para Corridas de Rua” e “Participação nas Competições – Equipamentos, Cuidados Pré e Pós Prova”.

A semana que passou foi bastante proveitosa quando falamos em aprendizado, tive a companhia quase diária de uma das conferencistas vinda da Rússia, a mesma me acompanhou em alguns trabalhos com um dos atletas que prestamos serviço atualmente, o objetivo é colocá-lo em condições físicas de jogo no alto nível para o próximo ano. A Dra. Svetlana Sheple foi de grande valia principalmente no assunto biomecânico, dando dicas para algumas correções de movimento e sugerindo alguns exercícios.

Agradeço a todos os leitores por meu blog ter atingido a marca de 100 visitas.

Até.

domingo, 20 de setembro de 2009

A Ciência de Lance Armstrong

Lance Armstrong: Resistência e Tecnologia.

Este é o relato da incrível transformação pessoal e profissional a que Lance Armstong se submeteu nos últimos anos, desde a sua vitória contra o câncer, até ao seu sexto título no Tour de France. As suas capacidades atléticas, a sua dedicação por atingir a perfeição na sua modalidade e a sua paixão pela tecnologia, constituem os pontos cruciais de uma fantástica carreira desportiva que nos é apresentada.

Lance Armstrong: Resistência e Tecnologia
Lance Armstrong: Resistência e Tecnologia


Até.

sábado, 19 de setembro de 2009

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Aparelho de Eletro-Estimulação


Achei melhor antes de postar os vídeos demonstrando alguns exercícios com o auxilio do eletro-estimulador explicar um pouco sobre este aparelho, já que um dos objetivos deste blog também é falar sobre o auxilio da tecnologia no esporte.

O aparelho que estou utilizando é exatamente o da foto acima, ele é um pouco maior que um aparelho de celular, pesando 95 gramas, alimentado por três pilhas 1,5V, o aparelho foi desenvolvido justamente para ser portátil e ser utilizado para diversas finalidades. Diferente dos aparelhos utilizados em clinicas de fisioterapia estes aparelhos normalmente vem com três programas, ESPORTE, FITNESS e REABILITAÇÃO.

Na função ESPORTE que é a que nos interessa ele vem com sete programas de fábrica:

Capilarização: objetivo aumentar a capacidade de manter um esforço muscular intenso durante certo período de tempo;
Aquecimento: Preparar os músculos para um esforço;
Relaxamento Muscular: Melhorar a recuperação imediata depois de um esforço;
Força Máxima: Melhorar a capacidade de produzir uma força máxima;
Força e Resistência: Aumentar a capacidade de manter um esforço durante um período de tempo;
Força Explosiva: Aumentar a capacidade de obter uma força instantânea máxima;
Retorno a Atividade: Aumentar a capacidade de conseguir contrações musculares curtas e máximas executando de forma rápida;

IMPORTANTE: Apesar de ser um aparelho de fácil manuseio, deve ter muito cuidado e conhecimento para utilizá-lo, afinal é um aparelho de ondas elétricas e são diversos os cuidados que devem ser tomados.

Até.

domingo, 13 de setembro de 2009

Eletro-estimulação



Quem acompanha pela televisão ou mesmo pela Internet a recuperação física do jogador Ronaldo do Corinthians já deve ter o visto fazendo algum tipo de trabalho físico com fios conectados nas pernas. Essa técnica se chama eletro-estimulação e já existem a pelo menos trinta e cinco anos, esse método foi desenvolvido pela antiga escola soviética atual Rússia.

Diversas pesquisas têm apresentado resultados satisfatórios no ganho de massa muscular com a utilização desse aparelho, mas ao contrário do que muitos pensam não basta apenas ligar o aparelho no local desejado e esperar que o músculo reaja, existe uma combinação de técnicas, juntando o estímulo involuntário causado pelo aparelho com a contração voluntária solicitada pelo cérebro.
Iniciei recentemente um treinamento com um atleta profissional utilizando esse método de treinamento desportivo com eletro-estimulação, no decorrer dos dias vou postando observações, vídeos e métodos sobre esse trabalho.

Até.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Treinamento Técnico de Corrida



Uma das maiores dificuldades que os treinadores de corrida de rua tem com os iniciantes é convencê-los que os treinamentos técnicos ou educativos são importantes para o aprimoramento da atividade.

Já a um bom tempo envolvido nesse meio venho percebendo que a grande parte dos iniciantes procura a corrida como meio de queima calórica, ou seja, emagrecer, com o passar do tempo a busca para diminuir tempo e superar algum colega/adversário faz com que queiram treinar de maneira mais séria.

Infelizmente a correção técnica de uma passada, de um movimento de braço é mais difícil de ser feita, pois já se passaram meses, anos, muitas vezes maratonas e maratonas concluídas.

É importantíssimo que os treinadores façam com seus aluno/atletas realizem sessões e mais sessões de treinamento educativo, fazer com que eles entendam que isso é necessário, para correrem de maneira “funcional” evitando futuras lesões e principalmente melhora de desempenho. Os professores também devem ter um bom “leque” de exercícios técnicos para passara a seus alunos/atletas e não ficar somente com calcanhar batendo nos glúteos ou correndo com o joelho alto.

Ë mais do que comprovado que os atletas mais velozes são os mais coordenados. Você sabia que à medida que imprimimos mais velocidades perdemos coordenação?

Nunca esqueço um atleta já com certa “bagagem” chegou pra mim dizendo que precisava de uma ajuda, pois gostaria de baixar seu tempo na maratona já algum tempo vinha fazendo sempre na casa dos 3h35min.
Então o convidei para participar de um treino, ele não sabia o que o esperava, que era apenas um treino técnico. Durante a atividade percebi o quanto ele era descoordenado, que seria dificílimo ele baixar os dez minutos em sua prova se não corrigisse algumas coisas, o mesmo teria que aumentar sua velocidade para fazer o tempo que pretendia, mas o nível de coordenação não o permitiria fazer isso.
Bom, acabou o treino expliquei o que identifiquei e antes mesmo de dizer o que teria de fazer ele me falou: “Esse tipo de treino não serve para mim, estou acostumado a fazer várias provas no ano, o meu negócio é correr!”

Graças a alguns sites e uma famosa revista de corrida que sempre coloca os resultados das provas mais famosas posso acompanhar o desempenho desse atleta e há dois anos ele continua fazendo o mesmo tempo na casa de 3h35min, nunca menos que isso.

O melhor é iniciar certo, mudar é difícil causa um desconforto inicial cai o desempenho aumenta tempo, perde para quem está acostumado a vencer e a tentação em desistir é grande, mas com ajuda de um bom treinador e bastante dedicação todos conseguem!

Até.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Consumo de Oxigênio Após o Exercício

Olá, você sabia que após uma atividade intensa o consumo de O2 continua alto?

Os motivos para isso são:

  • Ressíntetizar ATP e CP;
  • Ressíntetizar o Lactato;
  • Restaurar o O2 no sangue;
  • Oxidar o lactato no metabolismo energético;
  • Efeitos termogênicos da temperatura central elevada;
  • Efeitos das funções fisiológicas alteradas como: frequência cardíaca, ventilação;

Até.

sábado, 5 de setembro de 2009

Teste de 12 minutos

Olá, a pedido segue a maneira correta de como utilizar este teste. Este protocolo ainda é muito utilizado nas avaliações práticas em concursos realizado pelo Brasil, Polícia, Delegado, Agente, etc.
O que varia um pouco é a tabela de pontuação que deve ser vista conforme o concurso.

1. OBJETIVO: avaliar a capacidade aeróbia.


2. METODOLOGIA BÁSICA:

2.1. O teste pode ser realizado numa pista de atletismo, num campo de futebol, ao redor de uma quadra poli esportiva, ou mesmo uma praça ou parque, desde que relativamente planos e devidamente demarcada a metragem de cada volta;

2.2. Material: cronômetro, apito, prancheta, papel e lápis;

2.3. Solicita-se ao indivíduo que, a partir de um sinal, corra de forma relativamente constante, a maior distância possível dentro de 12 minutos cronometrados. Ao final deste tempo, avisado por outro sinal, o indivíduo deve parar e permanecer onde estiver até que seja feita a anotação de sua marca;

2.4. Para situar-se com relação ao tempo, o indivíduo pode ser avisado por duas ou três ocasiões, do tempo restante para os 12 minutos: por exemplo, quando faltarem cinco minutos, três minutos e um minuto para o final do teste;

2.5. Anotam-se os metros percorridos pelo indivíduo durante os doze minutos, desprezando-se as frações de metro (aproximação para baixo, em metros inteiros):

2.637,5 metros = 2.637m


3. REGRA

3.1 . Durante os 12 minutos, o indivíduo pode caminhar e até mesmo parar para descanso, caso queira ou necessite;

domingo, 30 de agosto de 2009

RECUPERAÇÃO APÓS TREINO

Chamado de diferentes maneiras o treino de recuperação é de suma importância para o atleta competitivo, alguns chamam de regenerativo, outros de treino solto e assim por diante.
A finalidade da recuperação após um treino tem por objetivo restaurar os músculos e o restante do corpo em sua condição pré-treino. A recuperação inclui o reabastecimento das reservas energéticas que foram depletadas e a remoção do ácido lático que se acumulou durante o treino.
Sabemos que a velocidade de remoção do ácido lático do sangue e dos músculos pode ser grandemente aumentada realizando-se um trabalho leve, em vez de repousar, durante o período de recuperação.

Para saber:

A ressíntese completa do glicogênio muscular após um exercício de resistência requer uma alta ingestão de carboidratos durante um período ± 46 horas;

Pesquisas comprovam que 95% do ácido lático serão removidos em 1 hora e 15 minutos de repouso-recuperação, após um exercício máximo.

Trabalhar em uma intensidade entre 50 e 65% de Vo2 Máx é considerado uma intensidade ótima para a remoção do ácido lático.

Atletas de elite obtiveram bons resultados na recuperação ativa trabalhando nos primeiros minutos na faixa de 70% do Vo2 Máx e em seguida baixando para 40% do Vo2 máx.

Até.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

domingo, 23 de agosto de 2009

Lançamento!

Colegas de profissão que tiverem interesse em adquirir essa obra podem entrar em contato via um dos meus e-mails: somma.rafael@gmail.com ou rafaelsomma@hotmail.com

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Vídeos Coordenação

Segue uma sequência de exercícios feitos com "step", esse trabalho pode ser utilizado com diversas modalidades desportivas de coletivas a individuais, muito importante na hora de planejar o treino determinar tempo de duração e tempo de intervalo, conforme objetivo fisiológico.

São 6 vídeos e postarei nessa semana os 3 primeiros.

Exercício excelente para coordenação motora.

O atleta do vídeo é jogador de futebol profissional, posição meia-esquerda.

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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Hereditariedade no Desempenho Desportivo


Domingo dia de ficar em casa e aproveitar para arrumar alguns armários. Separando o que é e o que não é lixo, encontro algumas anotações de um curso que fiz já há uns dez anos mais ou menos, como o tempo passa!

O assunto era fatores hereditários no desempenho, lembro muito bem de um dos professores dizer meio em tom sério e meio brincadeira:

“Quer um campeão olímpico? Escolha os pais e os avós primeiro!”

Realmente fatores hereditários influenciarão bastante na performance de um atleta, em 1983 MATVEEV já dizia que deveriam ser levadas em consideração as aptidões hereditárias, pois os desportos dependem muito delas, mas que o trabalho deve ser iniciado cedo para aperfeiçoar essas qualidades.

Lembrei de uma oportunidade em que tive de perguntar a um grande pesquisador Russo se os benefícios adquiridos por um atleta hoje pode ser passado já para a próxima geração? E o mesmo me respondeu que sim, mas que dificilmente traria alguma vantagem direta, mas que se as outras gerações continuassem com a pratica desportiva com certeza esse benefício seria aproveitado, resumindo se você virou atleta e seu filho também, possivelmente seu neto receberá o benefícios de tudo que você fez com seu corpo hoje.

Sinceramente eu não sei o que a Ciência diz isso hoje, afinal já são dez anos, mas por via das dúvidas cuide de você que talvez seu neto seja um campeão!!!


Até.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Porque comi doce e passei mal durante o treino?






Porque comi doce e passei mal durante o treino de corrida?

Hipoglicemia é a resposta! Quem trabalha em salas de musculação ou com aulas de ciclismo indoor, já teve que acudir muito aluno por isso.
De forma simples o que acontece é devido à ingestão de um alto nível de açúcar como chocolate ou outro doce com baixo teor de carboidrato juntando com a atividade física o organismo acaba produzindo insulina em excesso e acaba ocorrendo baixa de glicose ou excesso de insulina. Os sintomas são tontura, às vezes dor de cabeça, sono e até escurecimento da visão. Pode, em casos mais extremos, levar a alucinações, convulsões e até a morte.
Se você está iniciando um treinamento ou atividade física consulte uma nutricionista, ela é a pessoa mais indicada para o que sugerir a vocês antes, durante e depois do treino.

Até.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Começarei a postar alguns vídeos como sugestão de exercícios. Os dois atletas estão retornando ao contato com bola após cirurgia de joelho, o trabalho consiste em um atacar e o outro apenas “fingir” que está defendendo.

Objetivo: Confiança, propriocepção;
Importante: Chuteira, espaço reduzido;


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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Velocidade de Reação


Sempre que a televisão mostra as vitórias do nadador, César Cielo é fácil de perceber a sensibilidade que o nadador tem para reagir ao sinal de largada, alguns especialistas dizem que essa qualidade é um dos fatores que o tem permitido ganhar um pouco de vantagem sobre os adversários.

É importante salientar que essa reação pode ser aperfeiçoada, mas os ganhos são mínimos, não mais que 0,1 segundo.

Uma informação que o público em geral desconhece é que as largadas tanto de natação como de atletismo são feitas a fim de favorecer o atleta, estudos comprovaram que o atleta responde mais rápido ao sinal sonoro do que o visual, que a resposta é mais rápida ao curto espaço de concentração, por isso existe uma chamada e em seguida o disparo, ex: "As suas marcas e o tiro" ou um simples "Atenção e já".

A posição que os atletas ficam tanto na natação como no atletismo foram estudadas para uma melhor resposta, certa tensão muscular, mas não é recomendado que pisem com grande esforço.

TEMPO DE REAÇÃO

Atleta: Sinal Sonoro - 0,05 - 0,16 seg.
Não Atleta: 0,15 - 0,20 seg.

Atleta: Sinal Visual - 0,10 - 0,25 seg. e mais
Não Atleta: 0,20 - 0,35 seg. e mais


Até.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Qualidade no treinamento!





As cargas e intensidades de treinamento têm mudado bastante nos últimos anos e por incrivelmente que pareça para o volume está baixando, mesmo para esportes de longa duração. Os treinadores dos grandes centros têm optado em dar mais qualidade ao trabalho, dando ênfase na intensidade, técnica e atividades complementares.

Perceberam que volumes muito alto de treinamento acabam trazendo mais malefícios do que benefícios, lesões, tempo de recuperação entre outras coisas são alguns dos exemplos.

Esportes como Triathlon trazem em seu histórico uma disputa de quem treina mais, de quem suporta mais... Esse mito de treinar muito vem caindo, principalmente pelos novos campeões, mas alguns ainda insistem em seguir aos moldes antigos.

Os treinadores e atletas têm que estar atento, saber o número de sessões e horas de treino no ciclo anual, pode ajudar! Vários são os comitês olímpicos que já tem tudo isso planificado para cada modalidade desportiva.

A percepção do treinador tem que estar bem "afinada" para saber se o atleta está treinando na intensidade desejada, utilizando a fonte energética pré estabelecida.

Os complementos em ginásio, terapias manuais, psicologia, entre outros, avançaram no espaço deixado pelo volume específico do treinamento, lembre-se esses complementos devem ser somados como sessão de treino no ciclo do atleta.

Até.

sábado, 8 de agosto de 2009

Curso


ATENÇÃO! A organização do evento está dando 40% de desconto para as pessoas que fazem parte da Associação de Treinadores de Corrida de Rua de Curitiba.


quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Porque uns chegam e outros não?


Dia atrás conversava sobre futebol com um aluno, ele comentava como achava estranho que várias futuras promessas perdiam-se pelo meio do caminho, alguns nem por indisciplina, simplesmente tornavam-se um jogador normal, mesmo jogadores que chegaram a participar de Olimpíadas, ficamos até lembrando de alguns nomes que não convém escrever aqui.


Então lembrei de ter lido alguma coisa sobre isso e vim pesquisar em meus livros, artigos e até que achei em um material do Prof. Antônio Carlos Gomes, não me causou espanto, pois já estive lá vendo como funciona, mas os Russos já pesquisaram isso há pelo menos 30 anos! O "pai do treinamento desportivo" escreveu o seguinte:


"Ao analisar a participação dos atletas nos jogos olímpicos e em outras grandes competições verificou-se que, os que alcançam altos resultados são aqueles que possuem alto nível de desenvolvimento das qualidades morais e psicológicas, os quais dominam com perfeição a técnica e a tática, e também possuem alto nível de estabilidade dos fatores competitivos. Tudo isso, condiciona a necessidade da seleção especial dos jovens possuidores de alto nível de desenvolvimento das qualidades mencionadas e capazes de atingir alto resultado na modalidade escolhida (Matveev, 1977)."


Pessoal, não basta ser craque, são vários fatores que vão diferenciar o bom do melhor!

Até.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O Significado das Idades

Boa tarde!

Segue abaixo a definição dos tipos de idades que comentei no texto anterior, isso facilitará o entendimento e o trabalho do profissional de Educação Física.

1 – Idade Cronológica:

Protocolo criado pelo homem baseado no fator tempo (relógio, calendário, etc.), com a finalidade de facilitar a classificação do desenvolvimento humano e o relacionamento entre os povos, porém é o que apresenta as maiores distorções, pois pode haver o atraso ou a aceleração no desenvolvimento Psico-físico do indivíduo em até 2-3 anos, que é uma margem extremamente ampla quando nos referimos aos aspectos do treinamento desportivo.

2 – Idade Psicológica:

Com base em avaliação psicológica, indica o grau de maturidade do indivíduo. Em algumas modalidades desportivas isto é de vital importância para o sucesso do atleta.

3 – Idade Fisiológica ou biológica:

Esta idade demonstra com maior eficiência o nível de desenvolvimento do organismo, levando em consideração os aspectos ambientais, genéticos, alimentares, etc. Serve para avaliar as possibilidades físicas do indivíduo, sendo constatada através de testes diretos (laboratoriais) ou indiretos (protocolo regionalizados).

domingo, 2 de agosto de 2009

Preparação para Muitos Anos

Preparação para Muitos Anos

O triathlon é um esporte que quando iniciamos na categoria amadora somos separados conforme nossa faixa etária, o fato das categorias serem separadas de quatro em quatro anos, não é à toa, isso permite uma possibilidade dos concorrentes estarem em situações fisiológicas semelhantes, mas nem sempre isso acontece, alguns atletas não aparentam ter a idade que tem e isso é possível de ser notado até em categorias mais avançadas como a 45-49, um dos fatores é que a diferença fisiológica de uma pessoa nascida em janeiro para uma em dezembro do mesmo ano pode ser muito grande.
Estas diferenças necessitam de maior atenção quando trabalhamos com crianças e adolescentes, nem sempre a Idade Cronológica bate com a Idade Biológica e isso afeta diretamente no desenvolvimento e aprendizado motor do futuro atleta.

IDADE CRONOLÓGICA = idade em anos conforme a data de nascimento da pessoa.
IDADE BIOLÓGICA = idade em anos conforme o desenvolvimento fisiológico da pessoa.

Variações possíveis do desenvolvimento físico:

Idade cronológica x idade óssea
Idade cronológica x idade física
Idade cronológica x idade mental
Idade cronológica x idade neurológica

Variáveis com amadurecimento precoce, central e tardio:

Precoce: Agilidade e Velocidade;
Central: Potência Aeróbica e Anaeróbica láctica;
Tardio: Potência Anaeróbica láctica e força muscular;

Muita Atenção nas Etapas
O desenvolvimento das capacidades é mais eficaz quando as influências pedagógicas correspondem às fases mais favoráveis, características para cada faixa etária;

I- Preliminar (Promoção) = 8-11anos
II- Especialização Inicial (Identificação) = 12-14 anos
III- Especialização Profunda = 15-17 anos
IV- Alto Rendimento = 18-20 anos
V- Manutenção do Alto Rendimento = 21 e mais


Não esquecer!

A criança ou mais precisamente o talento é um ser em desenvolvimento e não um adulto em miniatura, por isso:

“O que se perde na infância jamais se recupera na adolescência e juventude, e menos ainda na idade adulta”.V.A. Sujomlinski, pedagogo Russo


“Um atleta talentoso, geralmente, possui características individuais bem definidas. Portanto, é importante, ao trabalharem-se as capacidades desportivas, que o treinamento não manche, não esconda o estilo individual do atleta”.
Fiin, Vladimir P.; Volkov, Vladimir M.



Chance de Sucesso:

A boa integração entre escola, clube e família tem sido apontada como um aspecto básico para aprimoramento do jovem atleticamente bem dotado.


Sabemos que o triathlon surgiu de um desafio em superar limites, mas com as crianças e adolescentes devemos esquecer isso e trabalhar dentro das possíveis variações de desenvolvimento do jovem atleta e sempre pensando na “construção” até o mesmo estar preparado biologicamente para obter o máximo de seu desempenho sem pular etapas do desenvolvimento.
Se não fizermos isso dificilmente seremos formadores de atletas de alto nível e dependeremos de um ou dois atletas bem preparados para representar o Brasil.

Atenção Super Curso!!!


sábado, 1 de agosto de 2009

Sejam Bem Vindos!

Sejam Bem Vindos!

Utilizarei esta ferramenta para informar sobre diversos assuntos ligados ao Esporte e Desempenho Humano, dando ênfase principalmente ao Treinamento Individualizado para corredores, triatletas, ciclistas, nadadores e jogadores de futebol.

A bastante tempo venho trabalhando com as modalidades acima citadas, são vários iniciantes no esporte participando nas mais diversas competições, como rústicas, maratonas, até o momento a metodologia aplicada obteve 100% de aprovação na preparação das pessoas que me procuram não só atletas como para concursos como delegado, polícia federal, ABIN...
A paixão pelo futebol também tem trazido bons resultados no trabalho com jogadores profissionais que precisam de algo a mais e individualizado para atingirem o alto nível.

Tudo isso graças ao forte embasamento teórico com a experiência prática!

Estarei a disposição para esclarecer dúvidas e quando possível fornecer artigos científico para pesquisas.

Até!!!